Eu e mim mesma.....dark side
Eu, opressora de mim mesma, quase me permito afundar nos escombros dos meus medos,
quase me escondo da vida e da possibilidade de ser amada,
quase me sufoco e desoriento, a ponto de não distinguir mais o que é real ou imaginário,
o que é sentimento e o que foi criado, o que é existente e o que é esperado.
Eu, cafetina de mim mesma, prostituo minhas vontades em troca do outro, moedas, nada;
Eu, contra mim mesma, solto na rua meus amores, sem saber o que poderia ter vivido e quantos sorrisos sorrido...
Eu, covarde, camuflo meu mundo e me mascaro, me escondo atrás das cortinas e fico assistindo a vida passar, como espectadora...
Eu, anjo, luto com essa fera bipolar, sangue e lágrima, com o olhar doce e o rugido, sem arriscar com qual dos lados, me identifico...a qual posso chamar de irmão de minha alma inquieta;
Eu, escrava da minha mente, medos, sonhos e vontades, não me levo, às vezes sou arrastada pelos mundos, vivo sempre o que não entendo e quando o ideal chega, não o reconheço e não o aceito, é sempre menos....
Eu, sendo mim mesma, me pergunto: Quando pararei de me perseguir? Quando vou aceitar apenar ser?
quase me escondo da vida e da possibilidade de ser amada,
quase me sufoco e desoriento, a ponto de não distinguir mais o que é real ou imaginário,
o que é sentimento e o que foi criado, o que é existente e o que é esperado.
Eu, cafetina de mim mesma, prostituo minhas vontades em troca do outro, moedas, nada;
Eu, contra mim mesma, solto na rua meus amores, sem saber o que poderia ter vivido e quantos sorrisos sorrido...
Eu, covarde, camuflo meu mundo e me mascaro, me escondo atrás das cortinas e fico assistindo a vida passar, como espectadora...
Eu, anjo, luto com essa fera bipolar, sangue e lágrima, com o olhar doce e o rugido, sem arriscar com qual dos lados, me identifico...a qual posso chamar de irmão de minha alma inquieta;
Eu, escrava da minha mente, medos, sonhos e vontades, não me levo, às vezes sou arrastada pelos mundos, vivo sempre o que não entendo e quando o ideal chega, não o reconheço e não o aceito, é sempre menos....
Eu, sendo mim mesma, me pergunto: Quando pararei de me perseguir? Quando vou aceitar apenar ser?



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