QUIMERAS...
Quando duas almas viajantes se reconhecem algo brilha dentro delas,
é como se fagulhas reacendessem os corações cansados da realidade vazia....
A vida brota nas entranhas sabendo-se efêmera...
A noite caí e as almas se fundem, sobre os lençóis cinzas do cotidiano,
entrega urgente, suor, saliva, toques, fluídos, prazer, devoção e perda...
A manhã surge, diáfana, e as almas se separam, sabem que não se pertencem,
a dor é como uma adaga fincada para sempre no âmago dos amantes, fazendo sangrar...
Outras noites virão, agora as lembranças revivem,
desejo e completude, resta o sonho...
"Eu daria tudo, pra não te perder...mais a noite caí e deixo você ir..."
é como se fagulhas reacendessem os corações cansados da realidade vazia....
A vida brota nas entranhas sabendo-se efêmera...
A noite caí e as almas se fundem, sobre os lençóis cinzas do cotidiano,
entrega urgente, suor, saliva, toques, fluídos, prazer, devoção e perda...
A manhã surge, diáfana, e as almas se separam, sabem que não se pertencem,
a dor é como uma adaga fincada para sempre no âmago dos amantes, fazendo sangrar...
Outras noites virão, agora as lembranças revivem,
desejo e completude, resta o sonho...
"Eu daria tudo, pra não te perder...mais a noite caí e deixo você ir..."



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